Esta é a galeria dos animais de terceiros que também estão a procura de um lar: cães, gatos e outros animais.

Não são animais da ProAnima ou de seus Parceiros. Não nos responsabilizamos pela adoção, nem pelas informações que constam no anúncio. O contato deve ser feito diretamente com o anunciante, sendo PROIBIDO O COMÉRCIO de animais através deste site. Denuncie para site@proanima.org.br o uso com fins comerciais.

 

SE VOCÊ QUER ADOTAR:

O animal é para você? A decisão de ter um animal requer assumir responsabilidades por toda a vida do animal e deve ser consciente. Jamais dê um animal de presente para alguém, você estará dando responsabilidades para qual a pessoa pode não estar preparada. 

 

 

SE VOCÊ QUER ANUNCIAR SEU ANIMAL PARA ADOÇÃO: 

Considere outras possibilidades antes de colocar seu animal para adoção. Cães e gatos são seres capazes de sentir dor, estresse e sentimento de perda. Avalie as razões pelas quais você está tomando esta decisão: 

  • Porque você vai mudar-se para um apartamento?  Cães vivem muito bem em apartamentos se for dado o nível de atividade que ele precisa.  Lembre-se que ele deve descer no mínimo 3 vezes ao dia para fazer suas necessidades e, pelo menos uma vez ao dia para uma passeio mais longo, para exercitar-se, dependendo é claro, do nível de atividade que ele precisa.  Um cão mais velhinho tende a dormir mais e tem menos necessidade de exercitar-se. Lembre-se que, para seu cão a coisa mais importante do mundo é estar junto de você e sua família.
  • Por causa dos pêlos?  Escovando regularmente seu animal,  diminui muito a quantidade de pêlos pela casa … eles acabam ficando na escova!  Qual a regularidade?  Depende da pelagem.  Cães como Chow chows devem ser escovados pelo menos duas vezes na semana.  A escovacão também diminui  o mau-cheiro,  diminuindo em muito a necessidade de banhos.  Na troca de pêlos aumente a quantidade de escovações.  
  • Por que tem pessoas com alergias na casa?  Veja sobre escovação logo acima.  Evite que o animal entre no quarto das pessoas que tem alergia. Troque e lave frequentemente o cobertorzinho / caminha do animal. Passe diariamente um pano úmido com água sanitária na casa.
  • Porque ele destrói tudo, rói os móveis, fios, plantas, etc?  Cães (principalmente os de maior porte) só atingem a idade adulta por volta dos dois a dois anos e meio de idade. A partir daí tendem a ficar mais calmos.   Enquanto isso, o melhor a fazer é deixar calçados fora do seu alcance; evitar deixar os fios dos seus aparelhos elétricos à vista, protegendo-os com  móveis. Borrife os locais de onde você quer afastá-lo com spray de citronela – existem produtos concentrados que podem ser misturados com água. Dê a ele muita atividade: leve-o diariamente para uma boa caminhada. É uma boa oportunidade para você relaxar e também fazer um exercício saudável. Dê muitos brinquedos para ele destruir/brincar, garrafas pet com algo apetitoso dentro os deixam maluquinhos: faça um furo na tampa e rosqueie-a.  Ele vai passar um bom tempo ocupado com isso… Compre ossinhos próprios para ele roer. 

Se após uma séria avaliação você ainda achar que entregar seu animal em adoção é a solução, pelo menos procure um bom e responsável dono para ele. Leia nossa cartilha Dicas Para Quem Vai Mudar de Residência, lá você encontrará algumas perguntas importantes a fazer para pessoa interessada em adotá-lo.

Podemos ajudá-lo oferecendo um espaço para anunciar seu animal nesta seção. Para tanto, envie um e-mail para site@proanima.org.br fornecendo, de modo sintético e objetivo, informações sobre ele: idade, temperamento, aparência, estado geral de saúde, vacinação, castração… Honestidade nesta hora sempre ajuda. Não esconda os problemas – é melhor demorar mais e encontrar alguém que o aceite como ele é. Envie também uma foto digital dele anexada no e-mail. Seu anúncio ficará no ar por 2 meses e será automaticamente retirado do ar a menos que você envie novamente um e-mail pedindo a renovação do anúncio.

Procure também anunciar nos pet-shops, clínicas veterinárias, em seu local de trabalho, entre amigos, nas redes sociais, etc.. Ao invés de anunciar um animal “grátis!”, o que mostra disposição em se “desfazer” do animal, anuncie que você está “à procura de um novo lar” e fique à vontade para especificar que lar seria este.

Não o entregue para a primeira pessoa que o procurar, pois há pessoas mal intencionadas que procuram animais em anúncios e há as bem-intencionadas, mas sem condições financeiras, logísticas ou psicológicas para manter um animal. Finalmente, considere seriamente esterilizá-lo. Esta é a sua garantia de que ele não será usado como fábrica de filhotes e já afastará automaticamente muitas pessoas mal intencionadas. Esta também é a sua garantia de que você não estará lançando centenas de descendentes de seu animal à própria sorte.

Aos interessados que aparecerem, pergunte se a pessoa já teve outros animais e peça para ela falar sobre eles. Pergunte se eram vacinados, que vacinas recebiam, em que clínica veterinária eram levados e o que usavam para proteger os animais contra pulgas e carrapatos. Veja se está disposto a dar ma mesma qualidade de ração a que ele está acostumado.  Isso vai dar uma idéia do nível de assistência que a pessoa interessada daria ao seu amigo.

Pergunte em que espaços da residência pretende criá-lo, onde irá dormir,  onde passará o dia, como irá se exercitar.  Isso permitirá avaliar se o local e o tratamento que seu animal receberá será adequado.

Se o interessado mora em casa, pergunte se é cercada e com o quê.   Jamais entregue-o para a pessoa levá-lo. Leve-o você e verifique as condições de segurança.  Nas primeiras semanas, até o animal adaptar-se, precisa de muito cuidado para ele não escapar – ele vai tentar procurá-lo! Avise a pessoa para tomar todo o cuidado e identificar o animal imediatamente com uma plaqueta pendurada à coleira.

 

SE VOCÊ ENCONTROU UM ANIMAL COM NECESSIDADES NA RUA:

Avalie se pode acolhê-lo temporariamente até que ele encontre um bom lar. Não é tão complicado assim. Cative-o com petiscos e movimentos calmos, leve-o a um veterinário, peça que seja examinado, vacinado e vermifugado, e veja em quanto tempo poderá ser esterilizado, para que não tenha mais filhotes. Nós podemos partilhar medicações e rações caso tenhamos em estoque na sede. Também podemos indicar veterinários, mas saiba que não podemos negociar o preço de um profissional; converse diretamente com ele e veja como ele pode ajudar você. TODOS os veterinários listados como parceiros da ProAnima são solidários e farão o possível para ajudar no caso de um animal sem lar.

Aí traga-o para a sua casa, reservando para ele um espaço separado de outros animais que você tenha, principalmente se o veterinário indicou que ele pode estar doente. Se você acha que não tem espaço, lembre-se de que em geral numa clínica ele ficaria numa gaiola. Um banheirinho ou uma área de serviço, podem servir emergencialmente para o acolhimento do animal e comece a procurar um lar para ele.

Se você não tem condições de acolhê-lo, vale a pena deixar uma vasilha com água e dar-lhe um pouco de ração. Também conversar com amigos e conhecidos, quem sabe algum poderá lhe dar um lar.

POR QUE A ProAnima NÃO RECOLHE ANIMAIS NA RUA:  

A ProAnima não dispõe de abrigo, nem recursos físicos ou financeiros para socorrer animais abandonados.

Há grupos que se propõem a prestar este tipo de assistência ou socorro, mas é bom lembrar que também os recursos dessas pessoas são limitados e, não havendo critério, em algum momento, seus abrigos passarão a fazer parte do problema e não da solução. Os animais estarão sujeitos a condições precárias de alimentação e abrigo e ainda confinados em espaços inadequados às suas necessidades, junto com muitos outros animais na mesma condição de estresse, o que pode facilitar a proliferação de doenças ou as brigas.

A ProAnima entende que a solução para o abandono e a superpopulação dos animais está nas ações de educação pela posse consciente e responsável, pela repressão aos maus tratos e na diminuição da população via esterilização cirúrgica em massa de animais.

 

Cães de particulares à espera de adoção

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